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Sessão de Poster

09/10/2017 - 13:45 - 14:40
Apresentações

17756 - ATENÇÃO OFERECIDA AOS IDOSOS PORTADORES DE HIPERTENSÃO: PESQUISA NACIONAL DE SAÚDE
ROSÁLIA GARCIA NEVES - UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS, SUELE MANJOURANY SILVA DURO - UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS, THAYNÃ RAMOS FLORES - UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS, ANDREA WENDT - UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS, CAROLINE DOS SANTOS COSTA - UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS, BRUNO PEREIRA NUNES - UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS, ELAINE TOMASI - UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS


Objetivo: Avaliar a atenção oferecida por profissionais de saúde aos idosos portadores de hipertensão arterial sistêmica, conforme nível de escolaridade e Unidades de Federação (UF). Métodos: Estudo transversal, utilizando dados da Pesquisa Nacional de Saúde, realizada em 2013. Foram incluídos idosos (60 anos ou mais) que referiram diagnóstico médico de hipertensão. A atenção oferecida foi medida por meio de onze indicadores: recomendação para ingerir menos sal; alimentação saudável; manter o peso adequado; praticar atividade física; não fumar; não beber em excesso; fazer acompanhamento regular; solicitação de exame de sangue, urina, eletrocardiograma e teste de esforço. Essa variável foi dicotomizada (sim/não), para avaliar a proporção de idosos que recebeu todos os indicadores. Foi estimada a razão de prevalências do recebimento de todos os indicadores de acordo com o nível de escolaridade do idoso e as prevalências nas 27 UF do Brasil. Resultados: 24,2% (IC95% 21,9-26,5) dos idosos receberam todos os indicadores. Na análise ajustada, o recebimento de todos os indicadores foi 2,14 (IC95% 1,59-2,86) vezes maior nos idosos com nível superior completo quando comparados aos sem instrução. Na maior parte das UF foi observada uma prevalência do recebimento de todos os indicadores entre 20 e 39,9%. Apenas o Distrito Federal apresentou mais de 40%. Tocantins, Piauí, Ceará, Pernambuco e Paraíba apresentaram as menores prevalências (10-19,9%). Conclusões: Menos de um quarto recebeu todos os indicadores. Além disso, desigualdades socioeconômicas na atenção foram evidenciadas. Esforços para melhorar a atenção oferecida serão fundamentais para superar esse desafio em todo o território nacional.


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