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Sessão de Poster
11/10/2017 - 13:35 - 14:15 Apresentações |
16127 - PERFIL DOS ACIDENTES DE TRABALHO REGISTRADOS NO CENTRO DE REFERÊNCIA EM SAÚDE DO TRABALHADOR CHRISTIANE VIANA DE SOUZA NASCIMENTO - UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR FACULDADE DO SUL DO MARANHÃO – UNISULMA, ROBSON MARIANO OLIVEIRA SILVA - UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO, FRANCISCO ALVES LIMA JÚNIOR - FABIC – FACULDADE DO BICO DO PAPAGAIO, KARLA VANESSA MORAIS LIMA - FABIC – FACULDADE DO BICO DO PAPAGAIO, ARLANE SILVA CARVALHO CHAVES - UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO, RHAVENNA THAIS OLIVEIRA - UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO, JANILDES MARIA SILVA GOMES - FACULDADE DE IMPERATRIZ – FACIMP/DEVRY, ARIADNE SIQUEIRA DE ARAÚJO GORDON - UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO, LAYANE MOTA DE SOUZA DE JESUS - UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS
Objetivos: Descrever os acidentes de trabalhos notificados no CEREST regional Imperatriz, Maranhão. Métodos: Estudo descritivo de abordagem quantitativa, realizado a partir das fichas de notificação de doenças e agravos relacionados ao trabalho, do CEREST- Imperatriz (janeiro/2014 a dezembro/2015). Coletou-se as informações: sexo, idade, classificação de ocupação dos trabalhadores (CBO), tipo de acidente, agravo, mês do acidente, mutilações ou fatalidades. Os dados foram tabulados, analisados, sendo empregada análise descritiva. Resultados: O total de notificações registradas (período de 2014 a 2015), foi de 959, sendo 727 (75,81%) para homens e 232 (24,19%) para mulheres, com predominância de faixa etária entre 21 – 40 anos (67,57%). Em relação a ocupação dos trabalhadores, constatou-se que 386 (40,25%) dos trabalhadores são da produção de bens e serviços industriais. Quanto ao tipo de acidente, houve predomínio dos acidentes típicos, 708 (73,83%), seguido dos acidentes de trajeto 250 (26,07) e alto número de acidentes com desfecho não fatais, 924 (96,35%). Em relação ao agravo, observa-se que 836 (87,17%) sofreram acidentes grave, e 97 (10,11%) acidentes de trabalho com exposição a material biológico. Houve significativa diminuição dos números de notificações registrados no período analisado, onde de 559 (58,29%) caiu para 413 (41,71%), em 2014 e 2015 respectivamente. Conclusões: A maioria dos acidentes foi do tipo típico, não fatais, porém quanto ao agravo, houve prevalência de acidentes de trabalho grave. Portanto, é preciso intensificar as atividades educativas sobre prevenção de acidentes e agravos, bem como fiscalização do uso e disponibilização de EPI’s adequados para cada ação.
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