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Sessão de Poster

11/10/2017 - 13:35 - 14:15
Apresentações

16207 - SÍFILIS CONGÊNITA NO ESTADO DE SANTA CATARINA: ONDE ESTAMOS FALHANDO?
FLÁVIA MOREIRA SOARES - GERÊNCIA DST/AIDS/HV, DIVE, SES DE SANTA CATARINA, MÁRCIA APARECIDA DA SILVA - GERÊNCIA DST/AIDS/HV, DIVE, SES DE SANTA CATARINA


A prevenção da transmissão vertical da sífilis é dos maiores desafios de saúde pública da atualidade. Considerada indicador de qualidade da assistência pré-natal, a taxa de sífilis congênita tem aumentado no Brasil e em Santa Catarina nos últimos anos, apesar dos esforços para sua prevenção.
Objetivos: identificar se as gestantes cujas crianças foram notificadas para sífilis congênita realizaram pré-natal, e se ocorreu e quando ocorreu o diagnóstico da sífilis materna.
Métodos: estudo descritivo dos casos de sífilis congênita notificados em Santa Catarina, de 2010 a 2016, estratificados segundo a realização ou não do pré-natal e momento do diagnóstico da sífilis materna.
Resultados: foram notificados 1.817 casos de sífilis congênita no período. Destes, 1.497 (82,4%) realizaram pré-natal e 257 (14,1%) não realizaram. O diagnóstico da sífilis materna foi realizado durante o pré-natal em 1.111 (61,1%) casos, no momento do parto/curetagem em 544 (29,9%) casos, após o parto em 131 (7,2%) e não foi realizado em 6 (0,3%).
Conclusões: foi identificado que a grande maioria das pacientes, 82,4%, teve acesso ao pré-natal, onde 61,1% foram diagnosticadas como sífilis gestacional. Considerando o pré-natal como o momento por excelência para o diagnóstico e tratamento da sífilis materna, questiona-se a qualidade do atendimento prestado à gestante, no que diz respeito à prevenção da sífilis congênita. Desta forma, conclui-se que grande parte dos casos de sífilis congênita seriam evitáveis se o tratamento tivesse sido instituído adequada e oportunamente, no momento do diagnóstico.


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