11/10/2017 - 13:35 - 14:15 Apresentações |
17204 - VIGILÂNCIA DAS MENINGITES, SUA IMPORTÂNCIA NO MUNICÍPIO DE NATAL / RN. 2012 A 2016. MARIA TEREZA COSTA GOMES DE HOLANDA - SMS DE NATAL/RN, ALINE PATRICIA DOS SANTOS BEZERRA - SMS DE NATAL/RN, ELAINE FERNANDES TRITANY - SESAP DO RN, ANA KARINA DIAS CAVALCANTE PINHEIRO - SMS DE NATAL/RN, RITA CÁSSIA FARIAS PEREIRA BARROS - SMS DE NATAL/RN, ROSA CANDIDO MARTINS ALMEIDA - SMS DE NATAL/RN, CELIA MARIA ANE DE FREITAS - SMS DE NATAL/RN, TARCIO FÚLVIO DA COSTA LOPES - SMS DE NATAL/RN, LUANA CARINA DE ARAÚJO - SMS DE NATAL/RN, STELLA ROSA DE SOUSA LEAL - SMS DE NATAL/RN
Objetivo- Descrever o perfil epidemiológico dos casos confirmados das meningites residentes em Natal/RN de 2012 a 2016. Métodos- Estudo transversal cuja população foi composta de todos os casos confirmados de meningite na cidade de Natal/ RN registrados SINAN. As variáveis analisadas foram: sexo, faixa etária, etiologia, sintomatologia, critério de confirmação, evolução do caso e tempo de encerramento. Resultados – Foram confirmados 236 casos de meningites em Natal/RN. O ano com maior incidência foi 2015 com 72 (30.5%). Observamos que houve um leve predomínio do sexo masculino, com 54.2% dos casos. A faixa etária predominante na capital foi dos 20 a 49 anos (39.4%). Os principais sintomas presentes no nosso estudo foram febre (80.9%), cefaleia (74.1%), vômito (61.8%) e rigidez de nuca (46.1%). Os critérios diagnósticos mais utilizados foram clinico (35.1%), quimiocitológico (27.5%) e a cultura, com 22.4%. A grande maioria dos casos evoluiu para alta, 181(76.7%). O óbito foi o desfecho em 27 casos e o coeficiente de Letalidade 11.4%. Com relação ao tempo de encerramento verificamos que 11% ultrapassou os 60 dias. Conclusão – Os resultados demonstraram uma redução da incidência das meningites na capital em 2016, onde tivemos uma diminuição de mais de 50% com relação ao ano anterior. O sexo masculino foi o mais acometido, a faixa etária produtiva de 20 a 49 anos foi a de maior incidência. O método de detecção mais frequente foi o quimiocitológico. A maioria dos casos de meningite evoluiu para alta hospitalar, possivelmente, devido ao diagnóstico precoce, ao tratamento adequado.
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