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Sessão de Poster

11/10/2017 - 13:35 - 14:15
Apresentações

17262 - INTRODUÇÃO PRECOCE DE ALIMENTOS NÃO RECOMENDADOS NO PRIMEIRO ANO DE VIDA
CAMILA DALLAZEN - PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS DA SAÚDE, UNIVERSIDADE FEDERAL DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DE PORTO ALEGRE., SARA ARAÚJO DA SILVA - COORDENAÇÃO GERAL DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO, MINISTÉRIO DA SAÚDE, VIVIAN SIQUEIRA SANTOS GONÇALVES - COORDENAÇÃO GERAL DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO, MINISTÉRIO DA SAÚDE, EDUARDO AUGUSTO FERNANDES NILSON - COORDENAÇÃO GERAL DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO, MINISTÉRIO DA SAÚDE, SANDRA PATRÍCIA CRISPIM - PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO, UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ, REGINA MARIA FERREIRA LANG - DEPARTAMENTO DE NUTRIÇÃO, UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ, DÉBORA LETÍCIA FRIZZI SILVA - PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO, UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ, JÚLIA DUBOIS MOREIRA - DEPARTAMENTO DE NUTRIÇÃO, UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA, DANIELA CARDOSO TIETZMANN - DEPARTAMENTO DE NUTRIÇÃO, UNIVERSIDADE FEDERAL DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DE PORTO ALEGRE., MÁRCIA REGINA VÍTOLO - PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS DA SAÚDE, UNIVERSIDADE FEDERAL DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DE PORTO ALEGRE.


Objetivo: Identificar os fatores associados à introdução precoce de alimentos não recomendados no primeiro ano de vida de crianças residentes em municípios do Plano Brasil Sem Miséria, Região Sul. Métodos: Aplicou-se questionário para obtenção das informações sociodemográficas e idade na qual alimentos não recomendados (açúcar, mel, farinha enriquecida, sopa artificial, refrigerante, suco artificial, achocolatado, biscoito doce/salgado, biscoito recheado, queijo petit suisse, bala/pirulito, chocolate, sorvete, gelatina e salgadinho) foram introduzidos pela primeira vez na alimentação complementar. Neste estudo, considerou-se a introdução precoce de alimentos não recomendados antes do quarto mês de vida. Analisaram-se as associações de interesse no programa IBM SPSS 21.0, através da Regressão de Poisson. Resultados: Avaliaram-se 1.567 crianças de 12-59 meses de idade, sendo 51,8% do sexo masculino (n=811, IC95% 49,4-54,2). A idade materna média (±DP) foi de 28,9 ±7,18 anos e 50,9% (n=770, IC95% 48,3-53,4) das mães apresentaram escolaridade ≤8 anos de estudo. Um terço das famílias apresentou renda mensal igual ou inferior a um salário mínimo. A prevalência de introdução precoce dos alimentos não recomendados foi de 47,8% (n=616, IC95% 45,0-50,6) e esta prática foi associada a menor escolaridade materna (RP 1,25, IC95%: 1,03-1,51) e a menor renda mensal familiar (RP 1,22, IC95%: 1,01-1,48). Conclusões: Identificou-se elevada prevalência de introdução precoce de alimentos não recomendados estando associada a fatores socioeconômicos. Os resultados sinalizam a importância da valorização das ações de promoção da alimentação nos serviços de saúde, visando a introdução alimentar adequada e saudável em tempo oportuno.


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