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Sessão de Poster

11/10/2017 - 13:35 - 14:15
Apresentações

17503 - QUALIDADE DE UM SERVIÇO AMBULATORIAL ESPECIALIZADO EM HIV/AIDS EM MINAS GERAIS NA PERCEPÇÃO DO USUÁRIO
REGIANE SILVA PAIVA - UFMG, MICHELINE ROSA SILVEIRA - UFMG, ROMARA ELIZEU AMARO PERDIGÃO - UFMG, TARSILLA SPEZIALLI CARDOSO - UFMG, GISELE MIYAKE RODRIGUES DE OLIVEIRA - UFMG, JULIANA DE OLIVEIRA COSTA - UFMG, PALMIRA DE FÁTIMA BONOLO - UFMG, MARIA DAS GRAÇAS BRAGA CECCATO - UFMG, CELLINE CARDOSO ALMEIDA BRASIL - UFMG


Objetivo: Avaliar o perfil de assistência ambulatorial oferecida às pessoas que vivem com HIV/aids (PVHA) em um serviço especializado de HIV/aids em Minas Gerais. Métodos: Estudo transversal com 184 pacientes adultos em início de TARV, acompanhados entre setembro 2015 e agosto 2016 no Hospital Eduardo de Menezes, Belo Horizonte. Foram obtidos dados por entrevista face a face com questionário estruturado. A assistência ambulatorial foi avaliada segundo a percepção do usuário. Resultados: Majoritariamente, os pacientes relataram estar satisfeitos com o acesso ao serviço de saúde (79,8%); avaliaram ser muito bom o atendimento recebido no ambulatório (72,3%); referiram não ter faltado há algum atendimento no serviço nos últimos seis meses (73,8%); valorizaram o fato dos remédios para o HIV serem gratuitos para os usuários (77,2%); e gostaram da oportunidade de conversar com o médico durante as consultas (73,3%). A maioria concordou em ser bem acolhido pelas pessoas que trabalhavam no serviço (69,6%); e 62% relataram não sentir preconceito pelas pessoas que os atenderam e, mais da metade discordaram em ter dificuldades na marcação de exames/consultas (53,8%) e em ter falta de recurso financeiro para se deslocar até o ambulatório (54,3%). Em relação a atendimentos multiprofissionais, apenas 38% foram atendidos por psicólogo e 42,7% por farmacêutico. Conclusão: O serviço em questão apresenta muitos aspectos positivos sob a percepção do paciente, sendo acessível e apresentando acolhimento satisfatório no atendimento. O baixo atendimento por outros profissionais pode dificultar a assistência integral no cuidado contínuo das PVHA.


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