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Sessão de Poster

11/10/2017 - 13:35 - 14:15
Apresentações

17575 - INSEGURANÇA ALIMENTAR GRAVE EM UMA COORTE DE GESTANTES EM RIO BRANCO, ACRE: PREVALÊNCIA E FATORES ASSOCIADOS
FERNANDA ANDRADE MARTINS - UFAC, ALANDERSON ALVES RAMALHO - UFAC, ANDRÉIA MOREIRA DE ANDRADE - UFAC, CIBELY MACHADO DE HOLANDA - UFAC, DÉBORA MELO DE AGUIAR - UFAC, BÁRBARA TELES CAMELI RODRIGUES - UFAC, KAREN STEFHANY OLIVEIRA DE AGUIAR - UFAC, CASSIANE SATURNINA RODRIGUES BISPO - UFAC, JÚLIA DE FREITAS PINHEIRO - UFAC, SIMONE PERUFO OPTIZ - UFAC, ILCE FERREIRA DA SILVA - FIOCRUZ, ROSALINA JORGE KOIFMAN - PPGSPMA/ENSP/FIOCRUZ


Objetivo: Estimar a prevalência e os fatores associados a insegurança alimentar grave em uma coorte de gestantes em Rio Branco, Acre. Métodos: Estudo transversal com 1.190 gestantes da área urbana de Rio Branco, Acre. A coleta de dados ocorreu de abril a julho de 2015 por meio de entrevistas semiestruturadas. Para avaliação do grau de insegurança alimentar utilizou-se a Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (EBIA). As associações entre o desfecho insegurança alimentar grave (IAG) e as variáveis independentes foram verificadas, inicialmente, utilizando o teste de Qui-quadrado de Pearson com nível de significância de 95%. Por meio de regressão logística simples e múltipla foram estimadas as razões de chances brutas e ajustadas. Resultados e Conclusões: A prevalência de IAG neste estudo foi de 5,4% (IC95%; 4,1% - 6,6%). Os fatores associados a IAG, obtido por modelo múltiplo foram: ter bolsa família (ORaj 2,59; IC95%: 1,45 - 4,6); 8 ou mais anos de estudo (ORaj 0,32; IC95%: 0,18 - 0,56); depressão autorreferida durante a gestação (ORaj 7,21; IC95%: 3,48 - 14,9) e consumo regular de frutas e hortaliças (ORaj 0,22; IC95%: 0,07 - 0,74). A prevalência de IAG neste estudo, foi semelhante a nacional. A Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios (PNAD), realizada em 2009, estimou a prevalência de IAG em 5,0%. No Acre, 10,4% das famílias residentes em áreas urbanas viviam em insegurança alimentar grave (BRASIL, 2010). Devido o impacto da IAG na saúde do binômio mãe-filho, são necessárias ações que garantam o direito humano à alimentação adequada a essa população.


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