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Sessão de Poster

11/10/2017 - 13:35 - 14:15
Apresentações

18742 - SIFÍLIS EM GESTANTES E CONGÊNITA: UMA ANÁLISE DE TENDÊNCIA À REEMERGÊNCIA DA DOENÇA EM MUNICÍPIO DO PARANÁ
POLLYANNA KÁSSIA DE OLIVEIRA BORGES - UEPG, CAROLINY STOCCO - UEPG, CARLOS EDUARDO CORADASSI - UEPG, ERILDO VICENTE MULLER - UEPG, WESLEY SOUSA BORGES - UNICESUMAR, JACY AURELIA VIEIRA DE SOUSA - UEPG, CLÓRIS REGINA BLANSKI GRDEN - UEPG


Objetivo: Avaliar a ocorrência de sífilis, em gestantes e congênita, em município de médio porte do Paraná. Métodos: Realizou-se um estudo de tendência temporal descritivo, com base nos dados coletados no SINAN no município de Ponta Grossa-PR. Resultados: Entre os anos de 2007 e 2016, confirmou-se 272 casos de sífilis entre gestantes. Destes, 83,82% eram casos primários, com maior probabilidade de ser transmitida pela via transplacentária. Quase a metade dos diagnósticos de sífilis entre gestantes, foi realizado no segundo trimestre gestacional, indicando diagnóstico tardio. E aproximadamente um quarto ocorreu em mulheres com baixa escolarização. Em relação aos 33 casos confirmados de sífilis congênita no mesmo período, 67% aconteceram em mães que não realizaram pré-natal; 30 e 66% se deram, respectivamente, em bebês de mães com idade entre 15-19 e 20-34 anos. Quanto ao desfecho, 45% dos casos evoluíram para óbito (fetal, abortamento e relacionados diretamente com a doença). Tanto os casos em gestantes, quanto os congênitos, foram em sua maioria confirmados entre 2013 e 2016. No Paraná, é realizada, dentre outros exames, a testagem rápida em mães, além do diagnóstico clínico-epidemiológico dos bebês. Porém, os resultados sugerem real elevação da frequência, visto que antes do teste rápido já se realizava o VDRL de rotina em gestantes. Conclusões: Os achados indicam que, na contramão nacional, o município apresentou elevação da frequência de sífilis em gestantes e congênita. Diagnóstico precoce materno, tratamento adequado e finalizado 30 dias antes do parto, informação e desenvolvimento do auto cuidado materno são algumas das possibilidades de intervenção que devem interferir no quadro epidemiológico diagnosticado.


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