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Sessão de Poster

11/10/2017 - 13:35 - 14:15
Apresentações

19247 - REINCIDÊNCIA DA DOENÇA DE CHAGAS AGUDA POR MUNICÍPIO DO BRASIL, 2001-2014.
REAGAN NZUNDU BOIGNY - UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ, GUILLERMO JESUS GUILLERMO MAY - UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ, ANDERSON FUENTES FERREIRA - UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ, CAROLINE MARY GURGEL DIAS FLORÊNCIO - UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ, YASMIM VIEIRA FREITAS - UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ, CARLOS HENRIQUE MORAIS DE ALENCAR - UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ, ALBERTO NOVAES RAMOS JÚNIOR - UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ


Objetivo: Identificar o padrão de ocorrência da doença de Chagas aguda no Brasil, de 2001 a 2014. Metodologia: Os dados foram extraídos do SINAN. Criou-se planilhas identificando quantas vezes a doença foi notificada em cada município. Os municípios foram classificados em: sem notificação (SN); com presença esporádica (PE= 1 a 4 anos notificados), com presença regular (PRG=5-9 anos), com presença recorrente (PRC=10-13 anos), com presença permanente (PP=todos os anos notificados). Excluiu-se dados com município de residência ignorado. Foram confeccionados mapas temáticos com o ArcGis 10.1 e para análise de tendência temporal usou-se o Joinpoint 4.4.0.0. Resultados: Ao longo da série histórica houve 3590 casos. Foram encontrados 4845 (87%) municípios na categoria SN. Os 681 municípios na categoria PE (12,2%) notificaram 1842 (51,3%) casos, outros 40 municípios (0,7%) da categoria PRG notificaram 1099 (30,6%). Somente 18,1% dos casos do período concentraram apenas quatro municípios: 3 (0,01%) no Pará: Ananindeua, Abaetetuba e Belém na categoria PRC notificando 525 (14,6%) e 1 (0,02%) no Amapá: Macapá, classificado como PP que notificou 124 (3,5%) casos. Observou-se uma tendência crescente dos casos nesses quatro municípios com APC=11,6 (IC:3,9-20;p<0,01). Do total dos 4845 (100%) municípios que não notificaram casos ao longo da série histórica 324 (6,7%) se encontra na região Norte, 1442 (29,8%) no Nordeste, 1574 (32,5%) no Sudeste, 1097 (22,6%) no Sul e 408 (8,4%) no Centro-Oeste. Conclusão: É necessário identificar fatores que levam à concentração de casos nos municípios com alta recorrência para adequar as estratégias de controle nessa região.


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