CERTIFICADOS DISPONÍVEIS!
Acesse sua área restrita para imprimir.

PROGRAMAÇÃO CIENTÍFICA
Consulte a grade completa do evento.

CONVIDADOS
Conheça os palestrantes confirmados.

ANAIS DISPONÍVEIS
Clique e confira!
Já é inscrito no EPI 2017?


Página Inicial

Notícias do Congresso

Comissões

Inscrições

Orientações para os Trabalhos

Programação

Cursos e Oficinas

Convidados

Local do Evento

Turismo e Hospedagem

Apoio Institucional

Associe-se à Abrasco

Perguntas Frequentes

Fale Conosco

Está encerrado o prazo para envio de resumos.
Resultado na área restrita do autor.

Notícias




Sessão de Poster

11/10/2017 - 13:35 - 14:15
Apresentações

21113 - PERFIL DO SUICÍDIO EM UM MUNICÍPIO COLONIZADO POR ALEMÃES
ROSYLAINE MOURA - UNISC, STELA NAZARETH MENEGHEL - UFRGS


Apesar de taxas consideradas baixas (5,8/100.000), o Brasil contabilizou 11.821 óbitos por suicídio em 2012, ocupando a 8ª posição no número destas mortes no mundo. O Rio Grande do Sul tem historicamente as maiores taxas do país (11/100.000 em 2012). O município do estudo localiza-se no centro do estado, foi colonizado por alemães, tem sua economia alicerçada na fumicultura e as mortes por suicídio fazem parte cotidiano local. Com o objetivo de analisar o perfil da mortalidade por suicídio e o das pessoas que se suicidam buscou-se informações no DATASUS originárias de Declarações de Óbito de 2003 a 2014. Nestes doze anos registraram-se 227 suicídios, média de 19 suicídios/ano, taxas padronizadas entre 7 a 28/100.000 (45/100.000 masculina e 8/100.000 feminina) com razão de masculinidade de 5,2. Mortalidade proporcional média de suicídios 2,2% superior à de 2,1% de homicídios. O município apresentou todas taxas superiores àquelas encontradas para o estado e país. A maioria das pessoas que se suicidaram no município eram homens (82%), brancos (89%), de 45 a 59 anos (32%), com baixa escolaridade (37%), viviam só (52%), eram agricultores (26%) e industriários (16%) e suicidaram-se através de enforcamento no domicílio (70%). A maior frequência foi na zona urbana (69%), mas o maior risco na zona rural (Risco Relativo = 3,5). Aspectos do trabalho na lavoura e na indústria do fumo, assim como, características da rigidez do germanismo podem produzir um “caldo de cultura” que facilitaria o suicídio e explicaria, pelo menos em parte, a frequência deste evento no município.


Realização:


Patrocínio:


Apoio:





Desenvolvido por Zanda Multimeios da Informação