Pôster Eletrônico

22/11/2021 - 09:00 - 18:00
PE02 - Avaliação de sistemas, políticas, programas e serviços de saúde (TODOS OS DIAS)

36016 - ACESSO DE USUÁRIOS A SERVIÇOS ESPECIALIZADOS NO CUIDADO DE HIV/AIDS E OUTRAS IST
EDUARDA FERREIRA DOS ANJOS - PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SAÚDE PÚBLICA DA ESCOLA NACIONAL DE SAÚDE PÚBLICA-ENSP/FIOCRUZ, HEBERT LUAN PEREIRA CAMPOS DOS SANTOS - UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA, NÁILA NEVES DE JESUS - PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM MEMÓRIA: LINGUAGEM E SOCIEDADE DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA, CAMILA AMARAL MORENO FREITAS - MESTRADO PROFISSIONAL EM SAÚDE COLETIVA DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA, VINÍCIUS NUNES CARVALHO - UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA, JÉSSICA PRATES PORTO - UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA, NÍLIA MARIA BRITO DE LIMA PRADO - PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SAÚDE COLETIVA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA, ADRIANO MAIA DOS SANTOS - PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SAÚDE COLETIVA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA


Objetivo: Descrever barreiras ao acesso técnico enfrentadas por usuários de serviços de atenção especializada (SAE) no cuidado de usuários com HIV/AIDS e outras IST do estado da Bahia. Método: Pesquisa transversal, conduzida de outubro de 2019 a março de 2020, com 475 usuários de SAE no cuidado de HIV/AIDS e outras IST. Realizou-se amostragem por conglomerado. Considerou-se os 9 Núcleos Regionais de Saúde para realizar sorteio dos municípios incluídos no estudo e, do total de 47 SAE no Estado, foram selecionadas 25 unidades, distribuídas em 21 municípios. Usuários ≥18 anos foram selecionados por amostragem de conveniência, através de convite feito no momento da coleta de dados nos SAE. Para a análise das frequências absolutas e relativas, utilizou-se o Stata 15.0. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa (parecer n⁰3.523.832). Resultados: A maior parte dos usuários relatou tempo de espera para consulta no SAE de até 30min 37,65% (IC95%: 33,15-42,37). Acerca do acesso a medicamentos antirretrovirais e a exames, 95,25% (IC95%: 92,37-97,08) e 47,06% (IC95%: 42,43-51,74) relatou conseguir através do próprio serviço especializado, respectivamente. Sobre vínculo e participação dos usuários, 60,63% (IC95%: 53,99-66,90) afirmou que quando falta ao atendimento, os profissionais buscam saber a causa ao passo que, 82,38% (IC95%: 78,13-85,96) e 90,96% (IC95%: 87,59-93,48) relataram não conhecer e não participar das ações de promoção à saúde no SAE, respectivamente. Conclusão: Considerando as dimensões avaliadas conclui-se que a avaliação dos usuários quanto aos serviços mostrou-se satisfatória, contudo, aspectos relacionados à promoção da saúde ainda são incipientes.

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