22/11/2021 - 09:00 - 18:00 PE02 - Avaliação de sistemas, políticas, programas e serviços de saúde (TODOS OS DIAS) |
37363 - ATENÇÃO AO ALTO RISCO NO PARTO E NASCIMENTO NO ESTADO DE PERNAMBUCO LUIZA MARIA PLENTZ - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA REDE UNIDA, LISIANE BOER POSSA - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA, VITORIA D‘AVILA PEDROSO - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL, CARLOS EDUARDO ANTONIETE DE SOUZA - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA REDE UNIDA, CLEONÚSIA BATISTA LEITE DE VASCONCELOS - SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE DE PERNAMBUCO, EROTILDES ANTUNES XAVIER - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA REDE UNIDA, GRASIELE FRETTA FERNANDES - FIOCRUZ/PE E FACULDADE PERNAMBUCANA DE SAÚDE (FPS), DANIEL SILVA FERNANDES - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA REDE UNIDA, ELENISE DA SILVA COELHO - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA REDE UNIDA, CRISTIANE SCOLARI GOSCH - ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DE SAÚDE, NATÁLIA SEVILHA STOFEL - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS
Objetivo: Analisar a produção do cuidado e capacidade instalada no alto risco gestacional e neonatal no Sistema Único de Saúde de Pernambuco (SUS/PE) no ano de 2019. Métodos: Pesquisa quantitativa descritiva. Os dados utilizados foram do: Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), Sistema de Internações Hospitalares (SIH) e Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC). Resultados O percentual de partos em Gestação de Alto Risco (GAR) em PE foi 24,30%, o segundo estado brasileiro com o maior percentual e excedeu a média brasileira (12,96%). Ocorreram 19,5% internações neonatais, em relação ao total de partos, próximas da média nacional (18,2%). O percentual de internações em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN), considerando o total de internações SUS de 0 a 27 dias, foi de 14,7%. PE foi o segundo estado com menor média no Brasil, cujo percentual foi 29%. Houve 2,9% internações em UTIN, em relação ao total de partos, a média brasileira foi de 5,3% e, observou-se ainda desigualdade nas internação entre as Macroregiões de Saúde (MRS): 1ª MRS (3,4%), 2ª MRS (2,2%), 3ª MRS (2,2%) e 4ª MRS (0,9%). Conclusões: Evidenciou-se a alta ocorrência de GAR atendida pelo SUS/PE, sugere-se investigar as causas e propor ações para esse cuidado. Para o cuidado neonatal observou-se que o acesso é menor que a maioria dos estados brasileiros, indicando déficit na capacidade instalada do SUS, e, portanto, a necessidade de expandi-la considerando a regionalização da atenção no território.
|