22/11/2021 - 09:00 - 18:00 PE02 - Avaliação de sistemas, políticas, programas e serviços de saúde (TODOS OS DIAS) |
37597 - BOAS PRÁTICAS NA ATENÇÃO AO PARTO EM MATERNIDADES DA REDE CEGONHA DO MARANHÃO RAIMUNDO MARCOS DOS SANTOS NETO - UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO - UFMA, ELISA SANTOS MAGALHÃES RODRIGUES - UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO - UFMA, ISABELLE AGUIAR PRADO - UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO - UFMA, ANA BASÍLIA DOS REIS OLIVEIRA - UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO - UFMA, TARCÍSIO NÉLIO CUNHA MENDES - MATERNIDADE DE ALTA COMPLEXIDADE DO MARANHÃO, MARIANA BORGES SODRÉ LOPES - UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO - UFMA, ZENI CARVALHO LAMY - UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO - UFMA, ERIKA BARBARA ABREU FONSECA THOMAZ - UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO - UFMA
Objetivos: Analisar o grau de implantação de BPPN em maternidades do Maranhão, conforme referencial da rede cegonha (RC) Método: Estudo avaliativo transversal, realizado em 2017, incluindo 14 estabelecimentos hospitalares em regiões de saúde com plano de ação regional aprovado na RC. O grau de implantação foi analisado por uma matriz de indicadores, composta por cinco dispositivos e 24 itens de verificação, validada por um comitê de experts coordenado pelo Ministério da Saúde. Cada estabelecimento foi classificado, segundo percentual de itens implantados, em: não implantado (<25%), incipiente (25-49,9%), parcialmente implantado (50-74,9%) ou implantado (≥75%). Resultados: Apesar de alguns itens de verificação apresentarem boa implantação, de maneira geral, as BPPN encontram-se em estágio incipiente de implantação nas maternidades avaliadas. O dispositivo “Direito de acompanhante de livre escolha” é o melhor implantado no MA (64,3% implantado), porém, há baixa implantação dos demais dispositivos caracterizada por menor frequência na categoria implantado: “Boas práticas na atenção à mulher no trabalho de parto, parto e pós-parto” (0%), “Abolição de práticas desnecessárias à mulher” (0%), “Boas práticas na atenção ao RN” (42,9%), especialmente com “Abolição de práticas desnecessárias para o recém-nascido” (21,4%). O item de verificação melhor implantado foi “Presença de acompanhante de livre escolha” (78,5% implantado) e o pior foi “Banho de rotina na 1ª hora de vida” (64,3% não implantado). Conclusão: Apesar dos marcos de estímulo à adoção de medidas seguras e não intervencionistas no trabalho de parto e parto, esta pesquisa evidencia que as BPPN não se encontram implementadas de maneira satisfatória no Maranhão.
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