22/11/2021 - 09:00 - 18:00 PE02 - Avaliação de sistemas, políticas, programas e serviços de saúde (TODOS OS DIAS) |
37953 - PREVENÇÃO E CONTROLE DO COVID-19: PERCEPÇÕES DE USUÁRIOS DA APS VIRGINIA JUNQUEIRA - UNIFESP, CLAUDIA FEGADOLLI - UNIFESP, CARLA GIANNA LUPPI - UNIFESP, DANIELLY MARCATTO AZEVEDO - UNIFESP, LINA SOLANGE VARGAS PEREZ TAKAYANAGI - UNIFESP, MARISA DE FREITAS SUGAYA - UNIFESP, ROBERTA DE ALMEIDA SOARES - UNIFESP, THAMIRIS IVERSEN MURARO CARVELO - UNIFESP
Trata-se de recorte de estudo multicêntrico, de caráter quali-quantitativo, transversal, de abrangência nacional, desenvolvido no âmbito do Mestrado Profissional em Saúde da Família coordenado pela Fiocruz. O objetivo é analisar como usuários da APS percebem e traduzem, nos planos individual, familiar e coletivo as medidas de prevenção e controle do COVID-19. Pretende-se identificar quais fontes de informação sobre a pandemia são acessadas, a credibilidade atribuídas a essas fontes, a quais medidas de prevenção e controle são empregadas. Nessa etapa quantitativa, foram coletados dados de 126 questionários respondidos via e-mail ou presencialmente por usuários de 4 UBS dos municípios paulistas de Diadema, Fernandópolis, Ferraz de Vasconcelos e a capital de SP. 81% dos respondentes se declararam do sexo feminino, 54% eram pardos ou pretos, 21,4% e 45,2% tinham respectivamente ensino fundamental incompleto/completo e médio incompleto/completo, 61,9% ganhavam até 2 SM, 17,5% perderam o emprego e 24,6% não trabalhavam antes e nem durante a pandemia. Os resultados sinalizam que 93,7%, 97,6 % e 98,4% dos entrevistados consideram importante ou muito importante, respectivamente, o isolamento/distanciamento social, o uso da máscara e evitar aglomerações no combate ao coronavírus. 42,% declararam não ter recebido nenhum tipo de auxilio. Como principais fontes de informação foram destacados: TV, jornais na TV, profissionais de saúde no território (incluindo ACS) e Internet. 81,7% se diziam muito bem/bem informados, a respeito do coronavirus, pelos profissionais de saúde e 70,6% pela TV, por rádio ou jornal.
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