22/11/2021 - 09:00 - 18:00 PE02 - Avaliação de sistemas, políticas, programas e serviços de saúde (TODOS OS DIAS) |
38155 - MAPEAMENTO DO PERFIL DE SAÚDE DA MACROREGIÃO DE FORTALEZA REBECA PORTO ROSA - UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ (UECE), CLARISSA DANTAS DE CARVALHO - UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ (UECE), FLAVIANNE SANTOS SOARES OLIVEIRA - UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ (UECE), LOUANNE AIRES PEREIRA - UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ (UECE)
Objetivo: Este estudo pretende identificar e relacionar as principais causas de morbimortalidade na Macrorregião de Saúde de Fortaleza para identificação do perfil de saúde da Macrorregião. Método: Para determinar o perfil epidemiológico da Macrorregião foram analisadas as causas e frequência de mortalidade, segundo os capítulos do Código Internacional de Doenças (CID 10), informado no Sistema de Informação de Mortalidade (SIM). Já a análise da morbidade foi realizada através de dados contidos no Sistema de Informação Hospitalar (SIH), no período de 2015 a 2019, cujo motivo de alta não se deu por óbito. Resultados: Quando se avalia a mortalidade proporcional pelas principais causas na Macrorregião de Fortaleza, observa-se como principais causas de óbito no período estudado: as doenças do aparelho circulatório (25%), as causas externas (17%), as neoplasias (17%) e as doenças do aparelho respiratório (12%). Com relação às causas de morbidade, temos que, excetuando-se o parto, a maior causa de internação foram em primeiro lugar, as causas externas (10%), seguido de doenças do aparelho respiratório (9%) e das doenças do aparelho circulatório, das neoplasias e das doenças do aparelho digestivo com 8% das internações cada. Conclusão: Os resultados encontrados evidenciam um perfil de atendimento voltado a média e alta complexidade na Macrorregião da Saúde de Fortaleza, que ainda concentra a maioria das unidades de saúde desse porte apesar da estratégia de implantação de hospitais terciários e policlínicas nas outras macrorregiões nos últimos anos. Além disso, a realização de serviços mais complexos ainda se concentram na capital, gerando uma grande demanda reprimida.
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