22/11/2021 - 09:00 - 18:00 PE42 - Farmacoepidemiologia (TODOS OS DIAS) |
36689 - DESIGUALDADES NO ACESSO A MEDICAMENTOS PARA DIABETES E HIPERTENSÃO NAS CAPITAIS NO BRASIL. VANESSA IRIBARREM AVENA MIRANDA - UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE (UNESC), ANTÔNIO AUGUSTO SCHÄFER - UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE (UNESC), CRISTIANE DAMIANI TOMASI - UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE (UNESC), JACKS SORATTO - UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE (UNESC), FERNANDA DE OLIVEIRA MELLER - UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE (UNESC), MARYSABEL PINTO TELIS SILVEIRA - UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS
Introdução:
Garantir a prevenção e tratamento adequado é necessário para que a população tenha acesso aos serviços e tecnologias de saúde, inclusive medicamentos. O objetivo deste estudo é analisar as desigualdades econômicas e regionais no acesso a medicamentos para diabetes e hipertensão entre a população adulta do Brasil.
Métodos: Trata-se de um estudo transversal com adultos a partir de 18 anos do estudo VIGITEL realizado em 2019 em todas as regiões brasileiras. O não acesso a medicamentos antidiabéticos e anti-hipertensivos foi avaliado de acordo com a macrorregião, educação e moradia. O índice de desigualdade (SII) foi usado para analisar as desigualdades absolutas.
Resultados: Foram entrevistados 52.443 indivíduos. Aproximadamente 10,0% das pessoas com diabetes e / ou hipertensão relataram não ter acesso ao tratamento medicamentoso. O principal meio de acesso aos anti-hipertensivos, em todas as regiões, foram as farmácias privadas. Para os antidiabéticos, na região Norte, ocorreu maior acesso por meio de farmácias privadas, enquanto nas regiões Nordeste, Sudeste e Sul, elas tinham maior acesso por meio do setor público. Desigualdades foram encontradas na falta de acesso a medicamentos segundo a região de residência, principalmente na região Norte.
Conclusão: A falta de acesso a medicamentos evidenciou disparidades regionais, principalmente nas regiões mais vulneráveis economicamente.
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