26/07/2018 - 13:10 - 14:40 CO3c - Exposições químicas, ambiente e saúde 2 |
25935 - EXPERIÊNCIA DE ACOMPANHAMENTO AMBULATORIAL DE CRIANÇAS EM UM ESTUDO PILOTO SOBRE EXPOSIÇÃO A POLUENTES AMBIENTAIS INTRA-ÚTERO – ESTRATÉGIAS E DESAFIOS ANA PAULA NATIVIDADE DE OLIVEIRA - INSTITUTO DE ESTUDOS EM SAÚDE COLETIVA - IESC/UFRJ, CARMEN FROES ASMUS - INSTITUTO DE ESTUDOS EM SAÚDE COLETIVA - IESC/UFRJ, NATALY DAMASCENO DE FIGUEIREDO - INSTITUTO DE ESTUDOS EM SAÚDE COLETIVA - IESC/UFRJ, MONICA SEEFELDER - INSTITUTO DE ESTUDOS EM SAÚDE COLETIVA - IESC/UFRJ, THATIANA VASCONCELOS - INSNTITUTO DE ESTUDOS EM SAÚDE COLETIVA, PIPA STUDY GROUP - INSTITUTO DE ESTUDOS EM SAÚDE COLETIVA
Período de Realização outubro de 2017 a junho de 2018
Objeto da Experiência Crianças nascidas na Maternidade Escola da Universidade Federal do Rio de Janeiro (ME/UFRJ), com monitoramento clínico nos primeiros 6 meses de vida.
Objetivos Descrever principais desafios enfrentados pela equipe multidisciplinar no acompanhamento de crianças participantes do projeto piloto.
Metodologia Selecionadas gestantes com pré-natal na rede pública do Rio de Janeiro e da ME/UFRJ. Realizadas entrevistas e coletadas amostras biológicas da gestante e do bebê. O acompanhamento ambulatorial do primeiro, terceiro e sexto mês de vida é realizado por pediatras, alunos de iniciação científica e pós-graduação. As estratégias para acolhimento, informação e fidelização para o seguimento foram oficina de sala de espera, criação de um portal, aplicativo telefônico para marcar e confirmar consultas.
Resultados Estudo Piloto para a realização de um estudo de coorte (Projeto Infância e Poluentes Ambientais PIPA) visa avaliar a exposição pré-natal a poluentes ambientais (metais, pesticidas e plastificantes). Até 19/02/18 haviam sido agendados para o primeiro seguimento 80 crianças, tendo comparecido 37. Algumas participantes, embora tendo confirmado a consulta, não compareceram. Outras não confirmaram presença. Todas as participantes marcadas para as consultas de segundo seguimento (3o mês) compareceram.
Análise Crítica Mais da metade dos participantes do projeto não compareceram ao acompanhamento (1o mês). Vale lembrar que não houve aporte financeiro para transporte dos participantes, uma alegação frequente para a ausência na consulta. Várias mães também relatam que não conseguem comparecer às consultas por não terem com quem deixar os outros filhos.
Conclusões e/ou Recomendações A avaliação do desenvolvimento dos bebês, além das oficinas de sala de espera, têm garantido o retorno ao próximo seguimento. No entanto, observa-se uma queda na continuidade de participação no projeto daquelas mães que não comparecem ao primeiro seguimento (consulta de 1o mês) após o nascimento e alta hospitalar. Inferimos que deva haver novas estratégias para convencimento das participantes permanecerem vinculadas ao projeto após o nascimento.
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