28/07/2018 - 08:00 - 09:50 COC1g - Pesquisa em DCNT 2 |
26197 - ATIVIDADE FÍSICA ENTRE OS PROFISSIONAIS DE SAÚDE DA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM PERNAMBUCO: ESTUDO REDENUT JESSYKA MARY VASCONCELOS BARBOSA - INSTITUTO AGGEU MAGALHÃES/IAM - FIOCRUZ PERNAMBUCO, WAYNER VIEIRA DE SOUZA - INSTITUTO AGGEU MAGALHÃES/IAM - FIOCRUZ PERNAMBUCO, REBECA DE CASTRO OLIVEIRA - INSTITUTO AGGEU MAGALHÃES/IAM - FIOCRUZ PERNAMBUCO, REBECCA SOARES DE ANDRADE - INSTITUTO AGGEU MAGALHÃES/IAM - FIOCRUZ PERNAMBUCO, MARIANA FARIAS GOMES - INSTITUTO AGGEU MAGALHÃES/ FIOCRUZ PERNAMBUCO, EDUARDA ÂNGELA PESSOA CESSE - INSTITUTO AGGEU MAGALHÃES/IAM - FIOCRUZ PERNAMBUCO, ANNICK FONTBONNE - INSTITUT NATIONAL DE LA SANTÉ ET DE LA RECHERCHE MÉDICALE/ INSERM, FRANÇA
Apresentação/Introdução A prática de atividade física (AF) é importante componente para prevenção e promoção da saúde. Existem recomendações para fortalecimento da promoção da AF pelos profissionais de saúde na atenção básica no Brasil. Entretanto, pouco se conhece a respeito da prática de AF pelos profissionais e como variáveis que fortalecem sua atuação no serviço podem relacionar-se com seu comportamento individual.
Objetivos Analisar a prática da atividade física entre os profissionais de saúde da Estratégia Saúde da Família (ESF) em Pernambuco.
Metodologia Trata-se de estudo transversal realizado com 100 equipes da ESF, selecionadas de forma randomizada nos quatro polos de macrorregionais de saúde do estado de Pernambuco. Foram entrevistados 75 médicos, 97 enfermeiras e 100 agentes comunitários de saúde (ACS). A prática de AF dos profissionais foi acessada por meio do International Physical Activity Questionnaire, versão curta, e prática de AF semanal de 150 minutos para atingir as recomendações. As suas práticas de promoção de AF e conhecimentos sobre as recomendações foram agrupadas e analisadas por meio de scores. Realizaram-se análises descritivas e associações foram testadas com qui-quadrado de Pearson utilizando o software SPSS_19.
Resultados Recomendações de AF foram atingidas por 52,7% profissionais, sendo mais frequente entre: os que não relataram diagnóstico prévio de diabetes ou/e hipertensão (112/197) em relação aos com diagnóstico (33/78); ACS (70/100) comparados a enfermeiros (41/97) e médicos (34/78); os que estavam na mesma equipe da ESF há mais de 5 anos (83/136); os que não relataram especialização em saúde pública (77/123), e os que não tiveram treinamento referente a ESF (45/69). Score de prática dos profissionais para promover AF para hipertensos ou/e diabéticos, assim como score de conhecimento das recomendações de AF para esses pacientes, não estão associados à prática de AF dos profissionais.
Conclusões/Considerações O tipo de atividade desempenhada por esses profissionais pode influenciar no seu nível de AF, em especial dos ACS. Entretanto, a promoção da prática de AF aos usuários por esses profissionais e a sua formação para atuação no serviço que poderia lhe auxiliar para desenvolver essas ações de promoção, não apresenta relação como o seu comportamento pessoal referente à AF.
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