Comunicações Orais Curtas

28/07/2018 - 08:00 - 09:50
COC1g - Pesquisa em DCNT 2

27856 - FREQUÊNCIA DE RESULTADOS ANORMAIS EM MAMOGRAFIA DE RASTREAMENTO NO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO DE 2010 A 2014
CAROLINA PIQUET ALCANTARA DE MATTOS - UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - UNIRIO, CELLY PARANHOS SANTOS - UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - UNIRIO, SOLANGE MALFACINI - SECRETARIA MUNICIPAL DE SÁUDE DO RIO DE JANEIRO, SIMONE MENDES CARVALHO - UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - UNIRIO


Apresentação/Introdução
O câncer de mama é a principal causa de morte por câncer nas mulheres em todo o mundo. As estratégias de rastreamento de câncer de mama para população de risco padrão baseiam-se em apenas dois critérios para definição de população-alvo: sexo e faixa etária. A partir de 2015, a orientação para o rastreamento mamográfico bienal em mulheres de 50 a 69 anos, onde o benefício é provavelmente positivo.


Objetivos
Discutir o rastreamento mamográfico do câncer de mama no município do Rio de Janeiro, a partir do banco de dados do SISMAMA, analisando frequência dos resultados anormais das mamografias, estratificados por faixa etária, no período de 2010 até 2014.


Metodologia
Estudo quantitativo, transversal e retrospectivo cujos dados foram obtidos por meio de consulta à base de dados Sistema de Informação do Câncer de Mama (SISMAMA) disponibilizado pelo Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS), incluindo todos os exames de mamografia de rastreamento realizados em mulheres residentes no município do Rio de Janeiro, registrados no período de 2010 a 2014. Por se tratar de um banco de domínio público, não foi necessário submeter o projeto ao Comitê de Ética em Pesquisa.


Resultados
Foram realizadas 60,23% mamografias na faixa etária de 50 a 69 anos, ratificando a recomendação para o rastreamento de câncer de mama. Na faixa etária de 35 a 49 anos, o que justifica 28,81% das mamografias é a consideração da época dos dados utilizados. Apenas 10,96% das mamografias foram feitas fora da faixa etária, o que reflete uma boa adesão dos profissionais às diretrizes ministeriais.
Foram encontradas 18,77% do total de mamografias com resultados alterados (0, 3, 4 e 5), onde há um predomínio de 75% de resultados na categoria 0. O maior valor de resultados alterados foi encontrado na faixa etária de 50 a 69 anos em todas as categorias.



Conclusões/Considerações
O rastreamento no período de 2010 a 2014 atendeu às recomendações do Ministério da Saúde no tocante da faixa etária preconizada no período estudado. A maior proporção de resultados BI RADS 4 e 5 na faixa etária 50 a 69 anos e de exames inconclusivos (BI RADS 0) em mulheres de 35 a 49 anos, reforça a orientação para adesão às novas Diretrizes para Detecção Precoce do Câncer de Mama no Brasil, divulgadas em 2015.

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