27/07/2018 - 08:00 - 09:50 COC12d - Infecções sexualmente transmissíveis |
26728 - CONHECIMENTO DE ADOLESCENTES DO ENSINO MÉDIO SOBRE AS INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS JULIANA BRITO COSTA - CENTRO UNIVERSITÁRIO INTA- UNINTA, JOÃO VICTOR LIRA DOURADO - CENTRO UNIVERSITÁRIO INTA- UNINTA, EDMILSON FERREIRA BEZERRA FILHO - CENTRO UNIVERSITÁRIO INTA- UNINTA, ANTÔNIO HELTON CAVALCANTE LIMA JÚNIOR - CENTRO UNIVERSITÁRIO INTA- UNINTA, EMILIANA LOPES DE SOUSA - CENTRO UNIVERSITÁRIO INTA- UNINTA, AMANDA LUÍZA NOBRE PEREIRA - CENTRO UNIVERSITÁRIO INTA- UNINTA, ROBERLÂNDIA EVANGELISTA LOPES - CENTRO UNIVERSITÁRIO INTA- UNINTA, ROSALICE DE ARAÚJO SOUSA ALBUQUERQUE - CENTRO UNIVERSITÁRIO INTA- UNINTA, MARIA ADELANE MONTEIRO DA SILVA - UNIVERSIDADE VALE DO ACARAÚ- UVA, FRANCISCA ALANNY ROCHA AGUIAR - CENTRO UNIVERSITÁRIO INTA- UNINTA
Apresentação/Introdução As Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST’s) são causadas por diversos agentes etiológicos, sendo transmitidas, principalmente, por contato sexual. Verifica-se que a precocidade nas relações sexuais, a multiplicidade de parceiros e a baixa adesão da utilização de preservativos, são alguns dos fatores conhecidos que podem contribuir para a vulnerabilidade dos adolescentes às IST’s.
Objetivos Identificar o conhecimento de adolescentes escolares sobre às IST’s.
Metodologia Estudo exploratório com abordagem qualitativa, desenvolvido em novembro de 2017, em uma escola pública no município do Estado do Ceará. Compuseram 10 adolescentes do sexo masculino do ensino médio. Como critérios de inclusão: idade entre 10 a 19 anos e regularmente matriculado na instituição. Aplicou-se uma entrevista guiada por um instrumento com perguntas abertas sobre o objetivo do estudo. Para a análise das informações, realizou-se uma leitura direta do material, selecionando as informações pertinentes ao objetivo do estudo. Respeitou-se os aspectos éticos da Resolução 466/12 do Conselho Nacional de Saúde. Obteve parecer favorável do Comitê de Ética em Pesquisa sob o nº 2.213.615.
Resultados Compreendem as infecções como agravos para a saúde física e psicológica, somado a preconceito e discriminação, quanto o estado de saúde do indivíduo. Quantos as infecções, apresentaram conhecimento sobre o Vírus da Imunodeficiência Humana e a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida. Em relação a transmissão, apontaram as relações sexuais sem o uso do preservativo com uma pessoa contaminada. Destacaram a contaminação pelo ato sexual anal como algo inerente apenas a população homossexual. Em outros depoimentos, acentuaram como fator de risco para o contágio, as relações extraconjugais da parceira e a não adesão do preservativo durante as relações sexuais.
Conclusões/Considerações Os adolescentes reconhecem as infecções como agravos que implicam nos aspectos físicos, psicológicos e sociais. Apresentaram saberes sobre os fatores de riscos para a aquisição de IST’s, contudo, subestimam a contaminação as infecções pela relação sexual anal, considerando-a como algo intrínseco aos homossexuais. Verifica-se a necessidade do desenvolvimento de atividades educativas direcionada aos adolescentes para a promoção da saúde.
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