Comunicações Orais Curtas

29/07/2018 - 08:00 - 09:50
COC31j - Vigilâncias do campo da saúde e atenção primária

26228 - VISITA DOMICILIAR COMO INSTRUMENTO DE COLETA DE DADOS: RELATO DE BUSCA ATIVA DE CRIANÇAS EGRESSAS DE UTI NEONATAL
LIA CARDOSO DE AGUIAR - UFMA, FERNANDO LAMY FILHO - UFMA, ZENI CARVALHO LAMY - UFMA, HORTÊNSIA COUTINHO ROCHA - UFMA, NATANY SAMPAIO SANTOS DIAS - UFMA, JULIANA CONCEIÇÃO OLIVEIRA LIMA - UFMA, KAREN LOPES DE SOUSA FERREIRA - UFMA


Apresentação/Introdução
A visita domiciliar é um importante recurso para coleta de dados de pesquisas, no entanto apresenta uma série de dificuldades que precisam ser superadas. Pode ser muito útil na busca por dados fidedignos que identifiquem fatores, condições de saúde, situações de adoecimento e formas de cuidados.


Objetivos
Relatar a experiência de visitas domiciliares na busca ativa de crianças egressas de UTI Neonatal.


Metodologia
As visitas domiciliares ocorreram na fase de campo da Pesquisa “Setores de Cuidado de Saúde utilizados por crianças egressas de UTI Neonatal”, no período de maio de 2017 a fevereiro de 2018, no domicílio de crianças egressas de UTI Neonatal nascidas em 2 maternidades de São Luís, nos anos de 2014 e 2015. Foram identificadas 274 crianças, destas 45 foram excluídas por residirem em outra cidade e 76 não foram encontradas por mudança ou endereço insuficiente. O contato inicial foi por telefone, com a mãe ou cuidador principal. Houve 4 recusas. A visita domiciliar era agendada em dia e horário conveniente para as famílias. Os relatos eram registrados em diário de campo.


Resultados
Feitas 149 visitas domiciliares em 69 bairros dos 7 distritos sanitários. As experiências foram categorizadas em dificuldades, sentimentos da família e consequências. Dificuldades: mal preenchimento dos endereços e mudança; medo diante do convite; localização, acessibilidade e áreas de risco; ausência no momento da visita. Parcerias com a equipe da UTI Neonatal, do Ambulatório de Seguimento e com a UBS permitiram aproximação mais segura. A participação dos ACS possibilitaram o acesso, especialmente em áreas de maior risco. Sentimento: inicialmente foi de preocupação e, em seguida, de valorização. Consequência: retorno às consultas de crianças que haviam abandonado o seguimento.


Conclusões/Considerações
Para a realização de visitas domiciliares é necessário um planejamento exaustivo da fase de campo. As parcerias construídas possibilitaram a pesquisa. Depois de vencidas as dificuldades iniciais e a insegurança das famílias, a presença dos pesquisadores no domicílio pode ressignificar o papel da criança e melhorar o cuidado.

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