27/07/2018 - 08:00 - 09:50 COC13b - Educação permanente, formação em saúde e serviços |
23547 - ACADÊMICOS DE MEDICINA CONSTROEM PLANO DE AÇÃO ATRAVÉS DA POLÍTICA DE EDUCAÇÃO PERMANENTE PARA A CAPACITAÇÃO DE PROFISSIONAIS DE SAÚDE DE UMA CIDADE DO INTERIOR PAULISTA BEATRIZ MARIA PEREIRA DE OLIVEIRA - UNOESTE, ANA BEATRIZ TOMIYOSHI KOYAMA - UNOESTE, BÁRBARA TORQUATO DOMINGUES - UNOESTE, TALITA CRISTINA MARQUES FRANCO SILVA - UNOESTE
Período de Realização Segundo semestre do ano de 2017.
Objeto da Experiência Reflexão sobre Processos de Trabalho em Saúde para Profissionais de uma Estratégia de Saúde da Família localizada em uma cidade no interior Paulista.
Objetivos Instruir e capacitar os trabalhadores da saúde em relação a temas essenciais para um adequado funcionamento do Sistema Único de Saúde (SUS), sendo eles, as Leis 8.142/90 e 8.080/90, com ênfase na importância do Conselho Gestor e do conceito de Promoção de Saúde.
Metodologia A capacitação foi realizada através de uma roda de conversa na ESF a partir de dúvidas trazidas previamente pelos trabalhadores da Saúde em Reuniões de Equipe anteriores. Foram executadas as seguintes atividades: a) entrega de material didático sobre os temas abordados preparado pelos estudantes de Medicina; b) exposição dos conceitos fundamentais das Leis 8.142 e 8.080, Conselho Gestor e Promoção de Saúde; c) debate sobre os temas entre aprendizes e profissionais e d) esclarecimento de dúvidas.
Resultados A capacitação visou inteirar os profissionais quanto aos princípios do SUS e ao controle social, sendo essas informações repassadas posteriormente aos usuários da ESF do bairro através de uma reunião. Os usuários do SUS receberam informações relacionadas à importância de sua participação na construção de uma saúde pública de qualidade na sua cidade; entendendo que o Conselho Gestor possibilita a participação popular de 50% nas decisões relacionadas ao seu bem estar biopsicossocial.
Análise Crítica A capacitação foi enriquecedora no cotidiano profissional da equipe interdisciplinar. A implementação da Política de Educação Permanente proporcionou aos trabalhadores participantes a aquisição de conhecimentos teóricos, habilidades e atitudes fundamentais para a ampliação do modelo de atenção à saúde. Espera-se melhoria significativa nas relações entre equipe e usuários do SUS, já que a qualificação profissional reflete positivamente na qualidade do serviço oferecido às pessoas da comunidade.
Conclusões e/ou Recomendações Nota-se que uma das fragilidades do SUS é a falta de informação dos profissionais, que mesmo passando por processo seletivo, pouco sabem sobre o próprio sistema. É recomendável que as autoridades de saúde implementem um programa de Educação Pública Permanente nas Equipes de ESFs por meio da parceria academia-serviço, o que pode refletir em bons resultados para atuais e futuros Profissionais de Saúde e para a Comunidade.
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