27/07/2018 - 08:00 - 09:50 COC27b - Gestação e Maternidade: Saberes, cuidado e práticas |
24590 - PERFIL DAS NUTRIZES EM UM HOSPITAL AMIGO DA CRIANÇA DA REGIÃO NORTE KÁTIA FERNANDA ALVES MOREIRA - UNIR, LERISSA NAUANA FERREIRA - UNIR, DAVISSON MICHETTI DE OLIVEIRA - HOSPITAL SOFIA FELDMAN, NAYRA CARLA DE MELO - UNIR, MÔNICA PEREIRA LIMA CUNHA - UNIR, EDSON DOS SANTOS FARIAS - UNIR, JEANNE LÚCIA GADELHA FREITAS - UNIR
Apresentação/Introdução A investigação sobre o aleitamento materno de puérperas contribui para o estabelecimento, aprimoramento das ações que influenciam na prática do aleitamento materno, bem como atividades educativas, capacitação e informação de familiares, profissionais e comunidade, e principalmente, para a reorientação das práticas exercidas por profissionais em estabelecimentos de saúde.
Objetivos Contribuir com a educação em saúde e diminuir as lacunas de informação/formação das puérperas acerca do aleitamento materno. Proporcionar o caminho para o planejamento de novas ações que apoiem as nutrizes durante o processo da amamentação.
Metodologia Estudo quantitativo, observacional descritivo transversal, com dados primários coletados no Alojamento Conjunto da Maternidade Municipal Mãe Esperança, entre setembro de 2017 a janeiro de 2018, cujos dados são preliminares do PIBIC. Este estudo está vinculado ao projeto “Estudo sobre morbidades em Rondônia”, aprovado pelo CEP/UNIR/NUSAU sob parecer n. 1.205.923. Foi utilizado, como instrumento de coleta de dados, um questionário padronizado com questões fechadas envolvendo aspectos socioeconômicos, história reprodutiva, assistência pré-natal e conhecimento do aleitamento materno. Foram entrevistadas 358 mulheres, todas com o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido assinado.
Resultados A maior frequência de nutrizes foi de mulheres entre 20 e 34 anos (64,2%), com ensino médio (50,3%), autodeclaradas pardas/pretas (85,8%), que vivem com o companheiro (75,4%) e não desenvolvem atividade laboral remunerada (71,2%). Observou-se que 46,1% das mulheres eram primíparas, 94,7% fizeram pré-natal, 64,5% tiveram 7 ou mais consultas, 64,5% não tiveram as mamas avaliadas durante o pré-natal, 76,5% tiveram seus filhos por via vaginal, com idade gestacional entre 40 e 41 semanas (53,9%). Quanto a amamentação 65,4% teve ajuda na primeira mamada, sendo 56,4% na primeira hora pós-nascimento e 46,1% adquiriram conhecimento sobre amamentação com profissionais de saúde.
Conclusões/Considerações Predomínio de mulheres jovens, pretas/pardas, que vivem com o companheiro, que fizeram no mínimo 7 consultas de pré-natal e não tiveram suas mamas examinadas, entretanto, a maioria teve orientações sobre aleitamento materno com algum profissional da saúde. Para o sucesso do aleitamento materno exclusivo é indispensável o apoio da família e dos profissionais de saúde, particularmente no pré-natal.
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