Comunicações Orais Curtas

27/07/2018 - 08:00 - 09:50
COC22b - Mudanças no Mundo do Trabalho e Direitos Sociais

25389 - ENTRE A FORMAÇÃO E A PRÁTICA: O CASO DOS VIGILANTES PATRIMONIAIS NA SAÚDE
PRISCILA DE OLIVEIRA GALVÃO CASSEMIRO - UNIRIO, RACHEL AISENGART MENEZES - UFRJ


Apresentação/Introdução
As instituições de saúde contam com o trabalho dos vigilantes patrimoniais. No contexto destas instituições, atuam para além das atividades normatizadas na legislação da categoria. A formação desses profissionais, no entanto, não parece abranger as peculiaridades e desafios enfrentados em sua atuação diária. Este trabalho aborda as relações entre a formação e o trabalho desses profissionais.


Objetivos
Identificar e descrever a formação recebida por vigilantes em unidades de saúde; Identificar e descrever as atividades realizadas por vigilantes em unidades de saúde; Analisar a relação entre a formação e a prática dos profissionais.


Metodologia
A pesquisa, com perspectiva das Ciências Sociais em saúde, contou com metodologia qualitativa, com análise de dois materiais: notícias na internet e legislação da categoria; e entrevistas com os vigilantes patrimoniais. As entrevistas foram realizadas com onze vigilantes de cinco instituições, evidenciando o funcionamento de unidades de saúde com características distintas, desde clínicas de saúde da família a hospitais de atenção terciária. Os sujeitos foram selecionados por meio do método “bola de neve”. Este formato permitiu uma apreensão ampla da realidade do trabalho de vigilantes em unidades de saúde e, também, dos desafios por eles enfrentados, em diferentes níveis de complexidade.


Resultados
A formação oficial do vigilante patrimonial abrange o Curso de Formação e os cursos de reciclagem obrigatórios, realizados a cada dois anos. A pesquisa documental evidenciou que esses cursos oferecem escassa informação sobre o trabalho na área da saúde. Em geral, o aprendizado sobre o trabalho a ser realizado se dá de maneira informal, a partir da observação de colegas, das orientações do supervisor e dos profissionais da saúde. A pesquisa evidenciou que os vigilantes inseridos em unidades de saúde realizam um número expressivo de atividades não normatizadas para sua profissão, como triagem informal, transporte de pacientes e contenção de pacientes e familiares.


Conclusões/Considerações
Este estudo apontou a multiplicidade de tarefas realizadas por vigilantes em unidades de saúde, a escassez de informação na formação dos profissionais, e a importância da formação informal realizada pelos mesmos nos serviços. A pesquisa evidencia a importância da existência de formação que fundamente o trabalho dos vigilantes e indique os limites de sua atuação a nível institucional e administrativo, evitando excessos e condutas inadequadas.

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