28/07/2018 - 14:30 - 16:00 CO25e - Saude bucal CO 5 |
21925 - REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE BUCAL: POPULAÇÃO E ATENÇÃO PRIMÁRIA SOB O OLHAR DOS GESTORES MUNICIPAIS DA REGIÃO SERRANA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO RENATA GUEIROS FERRAIOLO - ISNF/UFF, ANA LUIZA MEDEIROS CESAR - ISNF/UFF, CARLA CRISTINE SCHAUS ABREU - ISNF/UFF, VICTORIA SÁ TEIXEIRA DE CASTRO - ISNF/UFF, MARCOS ALEX MENDES DA SILVA - ISNF/UFF, RENATA GUEIROS FERRAIOLO - ISNF/UFF, ANA LUIZA MEDEIROS CESAR - ISNF/UFF, CARLA CRISTINE SCHAUS ABREU - ISNF/UFF, VICTORIA SÁ TEIXEIRA DE CASTRO - ISNF/UFF, MARCOS ALEX MENDES DA SILVA - ISNF/UFF, RENATA GUEIROS FERRAIOLO - ISNF/UFF, ANA LUIZA MEDEIROS CESAR - ISNF/UFF, CARLA CRISTINE SCHAUS ABREU - ISNF/UFF, VICTORIA SÁ TEIXEIRA DE CASTRO - ISNF/UFF, MARCOS ALEX MENDES DA SILVA - ISNF/UFF
Apresentação/Introdução Em 2011, visando superar a fragmentação das ações e serviços de saúde do SUS e qualificar a gestão, a Portaria 4.279 estabeleceu diretrizes para a organização da Rede de Atenção à Saúde. No tocante a área da saúde bucal, inexistem informações que avaliem o estágio de desenvolvimento desta rede de atenção nos diferentes níveis, e/ou que avalie a percepção do gestor no seu gerenciamento.
Objetivos Pela inexistência de dados sobre a organização desta oferta, este estudo, voltado para a região serrana do Rio de Janeiro, visou identificar os pontos de atenção à saúde bucal, conhecer o fluxo de usuários e as características da gestão dos serviços.
Metodologia Um questionário semi estruturado buscou identificar características da rede de atenção a saúde bucal a partir do olhar dos gestores. Os participantes foram 12 coordenadores municipais de saúde bucal, que responderam ao Instrumento de Diagnóstico do Estágio de Desenvolvimento da Rede de Atenção à Saúde (Mendes, 2011), adaptado para a versão saúde bucal e validado em estudo anterior (Leal et al., 2014). As informações coletadas incluíram os seguintes domínios: População, Atenção primária à saúde, pontos de atenção à saúde secundários e terciários, sistema de apoio e logístico, sistema de governança da rede e o modelo de atenção à saúde.
Resultados A maioria dos gestores informou que há definição da população coberta e das necessidades de saúde, e que há estruturação da rede neste sentido. A oferta de atenção secundária e terciária é deficiente. Ao menos 75% dos respondentes informou limitações no cadastramento, sobretudo em relação a perfil demográfico e vulnerabilidade. A maioria dos gestores informou ser a APS a porta de entrada, mas apenas metade relata bom/ótimo relacionamento entre os níveis de atenção. Controle social e emprego de protocolos/metas tiveram fraco desempenho. Melhores resultados se referem a rotina de contra refereência, planejamento das emergências, infraestrutura, definição de procedimentos e integração da equipe.
Conclusões/Considerações As informações serão organizadas e disponibilizadas em espaços de controle social e em canais de comunicação voltados para os gestores, e serão úteis na otimização da organização da oferta dos serviços de saúde bucal e dos fluxos dos usuários pelos pontos de atenção. Os pesquisadores oferecerão apoio a gestão municipal de saúde bucal dos municípios participantes da pesquisa e assim fortalecer a implementação da Rede de Atenção a Saúde Bucal.
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