Comunicações Orais Curtas

27/07/2018 - 08:00 - 09:50
COC25a - Saude bucal COC 1

29025 - IMPACTO DA SAÚDE BUCAL E MENTAL NA QUALIDADE DE VIDA DE IDOSOS DE UMA UNIDADE DE SAÚDE DA FAMÍLIA
MARIAMA GENTIL MUSSOLIN - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO, AMANDA ALMEIDA MARTINS - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO, LUANA PINHO DE MESQUITA LAGO - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO, MARIA CONCEIÇÃO PEREIRA SARAIVA - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO, SORAYA FERNANDES MESTRINER - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO, LEANDRO DORIGAN DE MACEDO - HOSPITAL DAS CLÍNICAS DE RIBEIRÃO PRETO


Apresentação/Introdução
Atualmente, a melhora das condições de qualidade de vida, o avanço da ciência e novas tecnologias, o melhor conhecimento da população e melhor acesso aos serviços de saúde, aumentaram a expectativa de vida. Neste contexto, necessita-se de políticas públicas que atendam este novo perfil populacional, no âmbito social e econômico a fim de alcançar uma atenção integral à saúde mais presente e eficaz.


Objetivos
O presente estudo procurou analisar o impacto da saúde bucal e mental na qualidade de vida de idosos cadastrados em uma unidade de saúde da família, e fatores associados.


Metodologia
Trata-se de um estudo descritivo de corte transversal e caráter exploratório. A amostra probabilística foi composta de 86 usuários idosos com 60 anos ou mais, dependentes ou não, de ambos os sexos, cadastrados em uma Unidade de Saúde da Família. As estratégias metodológicas adotadas para coleta de dados foram à avaliação das condições de saúde bucal (edentulismo) e entrevista estruturada, em que foram utilizados questionários de percepção da saúde bucal (SB-Brasil), o OHIP – 14 (Oral Health Impact Profile), e o instrumento de rastreamento para transtornos depressivos PHQ2 (Patient Health Questionnaire – Two Itens); e coletas de dados secundários do Cadastro Individual (e-SUS Atenção Básica).


Resultados
Na amostra, 64% eram do gênero feminino, tinham idade entre 60 a 90 anos (média de 72,4 anos). As frequências das dimensões do OHIP-14 com maior impacto foram: dor (16,3%) e incapacidade psicológica (11.6%). As variáveis idade, renda, escolaridade, necessidade e uso de próteses, atividades de vida diária (AVD), doenças referidas (diabetes, hipertensão e câncer) não tiveram associação significativa com as medidas de qualidade de vida relacionada à saúde bucal. Foi observada uma boa correlação e associação entre PHQ-2 (transtornos depressivos) e os escores do OHIP-14 (p<0.001).


Conclusões/Considerações
Conclui-se que o cuidado à saúde bucal da mulher idosa requer uma abordagem
ampliada e multiprofissional, visando a melhoria da qualidade de vida.

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